HISTÓRIA
Inaugurada em dezembro de 1997 no MNBA pelo violonista Turíbio Santos, Música no Museu, conta hoje, ainda que alternada ou esporadicamente, no Rio de Janeiro, com quarenta e dois dos melhores Museus e Centros Culturais além de lindas igrejas cariocas, integrando a relação da qual constam:

• Museu Nacional de Belas Artes
• Museu da República
• Museu Histórico Nacional
• Museu Nacional da UFRJ (Quinta da Boa Vista)
• Museu da Chácara do Céu
• Museu do Açude
• Parque das Ruínas
• Biblioteca Nacional
• Museu Internacional de Arte Naïf do Rio de Janeiro
• MAM-Museu de Arte Moderna
• Casa Franca-Brasil
• Casa de Cultura Laura Alvim
• Museu do Rádio Roberto Marinho
• Espaço Cultural da Marinha
• Museu Histórico do Exército (Forte de Copacabana)
• Museu Militar Conde de Linhares
• Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa
• Centro Cultural Telemar (ex Museu do Telefone)
• Museu da Cidade
• Memorial Getúlio Vargas
• Centro Cultural Light
• Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro
• Museu H. Stern
• Espaço Furnas Cultural
• Palácio Itamaraty
• Palácio São Clemente (ex Embaixada de Portugal)
• Museu do Ingá (Niterói)
• Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
• Museu Naval
• Centro Cultural Cândido Mendes
• Mosteiro de São Bento
• Paço Imperial
• Igreja da Sé
• Igreja Santa Cruz dos Militares
• Museu do I Reinado
• BNDES
• Centro Cultural Loyola
• Real Gabinete Português de Leitura
• Centro Cultural Banco do Brasil
• Sala Cecília Meirelles
• Museu Bispo do Rosário
• Igreja Matriz de São Gonçalo
• Arquivo Nacional
• Centro Cultural Justiça do Trabalho
• Casa de Rui Barbosa
• Formar novas platéias, facilitando e incentivando a presença de crianças e jovens aos concertos;
• Incentivar a visita de seus freqüentadores aos museus onde acontecem os espetáculos da série, criando programas temáticos que combinam o repertório apresentado aos eventos de artes plásticas em curso na casa programação de compositores franceses para a exposição de Rodin, de espanhóis para Esplendores de Espanha, etc;
• Manter um evento de difusão cultural que atinja públicos distintos, com boa visibilidade na mídia, e que atraia amantes da música;
• Quebrar as barreiras entre eventos de música clássica e de outros gêneros quanto ao interesse do publico em geral e aos locais de apresentações;
• Incentivar jovens músicos, dando a eles a oportunidade de se apresentar em locais de prestígio, para uma platéia interessada e conhecedora, como é o caso do pianista Pablo Rossi (14 anos), ganhador do concurso Nelson Freire de piano já se apresentou com a OSB no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que abriu a série em Florianópolis , além de Marina Spoladore, também ganhadora do concurso posteriormente e Silvia Theresa entre tantos outros ;
• Oferecer espetáculos de alto nível artístico a custo zero;
• Todas as apresentações da série têm entrada franca.
EXPANSÃO

Música no Museu, no entanto, não se contentou em permanecer dentro das fronteiras cariocas, iniciando processo de expansão em 1998, sempre com enorme sucesso de público, casas cheias, freqüentadores assíduos e apoio da mídia impressa e eletrônica, e já é uma realidade em São Paulo (Museu da Casa Brasileira, desde 07/04/02), Belo Horizonte (Museu Histórico Abílio Barreto, desde 28/06/02), Brasília (Memorial JK, desde 04/09/02), Florianópolis (Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Souza), Curitiba (Museu Oscar Niemeyer), Porto Alegre (MARGS), Tiradentes (Museu Padre Toledo) e Niterói (Solar do Jambeiro).

Com a ampliação para Paris, a Série se torna internacional. Também realizou, com o maior êxito, Musique au Musée- Musée de Montmartre- Paris dando um cunho internacional à Série. Em 2006 realizou o I Festival Internacional de Harpas do Rio de Janeiro, também com o maior sucesso repetindo em 2007 na versão II e já maior dimensionado com 33 harpistas de 25 países, sucesso de público e mídia e já agora na sua IV versão depois de outro sucesso, o III Festival em 2008.

Em 2006 realizou memorável concerto do pianista Nelson Freire na Matriz de Santo Antonio em Tiradentes comemorando os 9 anos da Série mas antes iniciou a incursão pela área acadêmica ao promover no Conservatório Brasileiro de Música o I Encontro de Empreendedorismo no Meio Musical reunindo o que há de mais expressivo na música brasileira (autores, críticos, entidades, músicos) além de alunos discutindo os novos rumos da música clássica no Brasil.

A partir de 2007 expande-se para o Nordeste: Mosteiro de São Bento e Palácio da Aclamação (Salvador), Biblioteca Epiphaneo Dórea (Aracaju), Museu Histórico de Sergipe (São Cristóvão), Museu da Imagem e do Som (Maceió), Centro Cultural São Francisco (João Pessoa), Museu da Cidade do Recife- Forte 5 Pontas (Recife) e Igreja São Pedro (Olinda). Também amplia-se em Minas Gerais, Ouro Preto ( Igreja Santa Efigênia), Tiradentes (Centro Cultural Yves Alves), São João del Rei (Igreja N.Sa. das Dores (Capela Santa Casa) e Barbacena (Igreja N.Sa. do Rosário) e no interior do Rio de Janeiro: Niterói (Museu do Ingá) , Paraty (Museu de Arte Sacra, Igreja de Santa Rita) , Paulo de Frontin (Fazenda Todos os Santos), Petrópolis (Museu Imperial) , Vassouras (Fazendas São Fernando, Boa Sorte e Santa Eufrásia).

Também em 2008, deu-se a ampliação na sua incursão internacional, concertos realizados em Portugal(Lisboa, Santarem, Alcobaça, Aveiro e Porto), além de República Tcheca (Praga) e USA (Nova Iorque e Washington) além da realização do I Concurso Jovens Músicos -Música no Museu cujo vencedor recebeu uma bolsa de U$93 mil da James Madison University, na Virginia (USA) e do III Encontro de Empreendedorismo na Área Musical, na Escola de Música da UFRJ.

Para 2009, além desta ampliação, inserem-se, também, museus e igrejas de Salvador, Aracaju, São Cristóvão- a 4a. cidade mais antiga do Brasil, Maceió, João Pessoa, Recife e Olinda, Natal, São Luiz, Belém e Manaus, na versão Música no Museu Norte/Nordeste e prosseguem as vitoriosas iniciativas anteriores.